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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Vai um óleo de peroba aí?


Está na Folha Online para quem quiser ler:

"No dia em que o STF (Supremo Tribunal Federal) aprovou o texto da súmula vinculante proibindo o nepotismo nos três Poderes surge no Congresso a discussão sobre a criação de uma cota para parentes. A idéia, por enquanto sem autoria (claro, afinal filho feio não tem pai!), é discutida nos corredores da Câmara e do Senado... a idéia se baseia no sistema já existente de cotas para negros em universidades".

Se os cupins resolverem atacar por lá, não vai sobrar um para contar a história.

domingo, 27 de julho de 2008

Em tempos de eleição...

Sátira muito apropriada para um ano eleitoral. Apesar de focar o Congresso, a mensagem cai como uma luva para instâncias menores, como a municipal.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Pelas Marias da Penha, Joãos Robertos, Danielas Perez, Tins Lopes e tantas outras vítimas da violência

Chega de brincadeira porque o assunto agora é sério e merece atenção.
O Senado Federal instalou nesta quarta-feira uma comissão formada por profissionais de direito para apresentar uma proposta de reformulação do atual Código de Processo Penal brasileiro, vigente há 66 anos. Na instalação da comissão, o presidente da Casa, Garibaldi Alves, pediu que a nova lei seja mais adequada aos dias atuais.
A reformulação está mais do que na hora. Na segunda-feira, Maria da Penha Maia Fernandes, que se tornou símbolo da luta contra a violência à mulher ao ficar paraplégica, vítima de um tiro pelas costas que levou do marido que a agrediu durante seis anos, recebeu míseros R$ 60 mil de indenização pelo crime, ocorrido há 25 anos.
O valor não foi pago pelo agressor, Marco Antônio Heredia Viveros, mas pelo governo do Ceará, que cumpriu determinação feita, em 2001, pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA como forma de retratação pelo fato de o estado não o ter punido judicialmente. Na época da tentativa de homicídio, apesar das provas, nada aconteceu com Marco Antônio, que só foi preso depois da decisão da OEA, em 2002, 19 anos e seis meses após deixar Maria da Penha, para sempre, em uma cadeira de rodas. Condenado a dez anos de prisão, cumpriu apenas dois e logo foi colocado em liberdade, graças ao nosso arcaico código penal.