terça-feira, 27 de abril de 2010

Delícia do dia



* O gatinho não é meu, mas é tão fofo quanto a Teca e o Tom e a música é tão deliciosa quanto.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Doe palavras

O Instituto Mário Penna de Belo Horizonte, que cuida de pacientes com câncer, lançou um projeto sensacional que se chama Doe Palavras. É fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho. Não, não se trata de $$$, mas de solidariedade e carinho.
Para participar, basta acessar o site do projeto e escrever uma mensagem de otimismo, curta ao estilo Twitter. Sua mensagem será exibida nas tevês do hospital para os pacientes que lá fazem seu tratamento.

* Dica da Lia Archer


domingo, 25 de abril de 2010

Alice no filme da Rainha Vermelha

Fui assistir à Alice de Tim Burton na sexta e adorei! Tudo bem que isso não chegou a ser uma surpresa. Sempre gostei da estética dele, já tinha me encantado pelas fotografias divulgadas antes e achei tudo no filme lindo.
Mas me apaixonei mesmo foi pela Rainha Vermelha (não me lembro quase nada da história original, mas o nome dela não era Rainha de Copas?). Ela é simplesmente genial ao resolver os problemas e as contrariedades com um curto e grosso: "Cortem-lhe a cabeça!". Ah, quem me dera poder mandar cortar umas cabeças por aí!

* Se você já assistiu ao filme, vale a pena ler esse texto do Luciano Ramos, uma dica da @barbaragancia.

sábado, 17 de abril de 2010

Poesia na veia


Um item must have na biblioteca de quem gosta de poesia é o livro Silenciário, que o poeta, jornalista e publicitário Jacinto Fábio Corrêa lança no dia 19 de abril, a partir das 18 horas, na Casa de Cultura Laura Alvim. Silenciário é o décimo livro de Jacinto e, assim como suas demais obras, foi feito de forma artesanal. Como eu sou fã de carteirinha dele e, portanto, suspeita para falar, vá lá no JB Online saber os detalhes do livro e confira de perto o lançamento na segunda-feira.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Para ler

Enquanto passo as horas perdendo meus tímidos músculos (sim, eu tenho músculos apesar da minha magreza) em frente a esse computador, alterno o trabalho com minha bisbilhotice pela internet e blogs alheios. Foi assim que vi hoje, no internETC, o blog da @cronai, o texto Rio: um estado de calamidade pública, que traduz ipsis literis a minha indignação com os últimos eventos nessa cidade que costumava ser maravilhosa. Se você não me segue no Twitter e ainda não leu, vale o clique.
Agora à noite, em mais um intervalo do trabalho (lelêlelê, lelelelelelelê), descobri o blog da decoradora Cristina Brasil (no fundo eu sou uma decoradora - ou designer de interiores que é mais chique, né? - frustrada) e adorei os últimos posts dela sobre a catástrofe nossa dos últimos dias. Se estiver com tempo, vá lá também.
Fui! Tenho que voltar para o tronco antes que resolvam aumentar o número de chibatadas.

domingo, 28 de março de 2010

Era uma vez...

Quando era criança, nunca me conformei com o "E viveram felizes para sempre" no final das estórias, logo depois que as princesas encontravam seus príncipes encantados. Não entendia como elas podiam acabar numa frase tão simples quando, para mim, era naquele exato momento que a estória de fato deveria começar.
O que as mocinhas passaram para encontrar o príncipe encantado não me interessava, o instigante era saber o que aconteceria depois, mas isso os livros nunca contavam. Talvez por isso tenha me divertido tanto ao receber essas imagens por e-mail. Se fosse nos dias de hoje, haveria uma grande chance delas terminarem assim.

Cinderela

Branca de Neve

Chapeuzinho Vermelho

A Bela Adormecida

A Bela e a Fera

Aladin

A Pequena Sereia

* Contribuição da Lia Archer

segunda-feira, 22 de março de 2010

Quem não se comunica se trumbica

Sabe qual a diferença na comunicação homem-homem e mulher-mulher? É fácil.


* Clique na imagem para ver ampliada

quarta-feira, 17 de março de 2010

Feliz "aniversário"


Esse post é dedicado ao meu piveTom, o gatinho rebelde que eu trouxe para casa, há exatamente um ano, depois dele passar uma madrugada inteira chorando aqui na rua. Ele era mínimo, estava desnutrido e muito machucado, mas mesmo assim não disfarçava a personalidade forte.
Disseram que eu estava ficando louca, mas foi ele que quase me enlouqueceu. Durante meses, não me deixou dormir direito, brigou com a Teca, escalou cortinas, destruiu as persianas, bagunçou tudo, me mordeu e me arranhou. Penei para ensiná-lo a respeitar a Teca e a respeitar o meu espaço, mas valeu todo o esforço. Hoje, não existe a possibilidade de estar em casa sem que ele esteja grudado em mim; virou minha sombra.
Diferente da Teca, que é uma lady, o Tom não saiu de uma nuvem branquinha e, com certeza, deve ter dado muito trabalho para a cegonha responsável por sua entrega. (Não sabe do que eu estou falando? Então, clique aqui)

Que tal também adotar um bicho de estimação? Até 21 de março, tem várias feiras de adoção de cães e gatos rolando pelo Brasil. Dê uma olhada aqui.