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terça-feira, 9 de dezembro de 2008

É melhor prevenir do que remediar



Em 1º de dezembro, comemora-se o Dia Mundial de Prevenção à Aids. Eu sei que a data já passou, mas o atraso desse post é proposital, apenas para lembrar que todo dia é dia de prevenir.
* As imagens fazem parte de uma campanha do Gapa, da Bahia.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Assim caminha a humanidade...


Enquanto isso, na Ossétia do Sul... no Iraque... na África... nas favelas do Rio... na periferia de São Paulo...

Foto: Reuters

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Infância perdida

Na China, o Unicef promoveu uma campanha para chamar a atenção para as crianças carentes do país. Adesivos foram colocados em escadas com a imagem de uma criança de rua e um cartaz ao lado, com a mensagem: “Não me ignore. A China tem mais de 1,5 milhão de crianças passando necessidades”. Tenho medo de imaginar qual é o número brasileiro dessa infeliz realidade.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Pelas Marias da Penha, Joãos Robertos, Danielas Perez, Tins Lopes e tantas outras vítimas da violência

Chega de brincadeira porque o assunto agora é sério e merece atenção.
O Senado Federal instalou nesta quarta-feira uma comissão formada por profissionais de direito para apresentar uma proposta de reformulação do atual Código de Processo Penal brasileiro, vigente há 66 anos. Na instalação da comissão, o presidente da Casa, Garibaldi Alves, pediu que a nova lei seja mais adequada aos dias atuais.
A reformulação está mais do que na hora. Na segunda-feira, Maria da Penha Maia Fernandes, que se tornou símbolo da luta contra a violência à mulher ao ficar paraplégica, vítima de um tiro pelas costas que levou do marido que a agrediu durante seis anos, recebeu míseros R$ 60 mil de indenização pelo crime, ocorrido há 25 anos.
O valor não foi pago pelo agressor, Marco Antônio Heredia Viveros, mas pelo governo do Ceará, que cumpriu determinação feita, em 2001, pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA como forma de retratação pelo fato de o estado não o ter punido judicialmente. Na época da tentativa de homicídio, apesar das provas, nada aconteceu com Marco Antônio, que só foi preso depois da decisão da OEA, em 2002, 19 anos e seis meses após deixar Maria da Penha, para sempre, em uma cadeira de rodas. Condenado a dez anos de prisão, cumpriu apenas dois e logo foi colocado em liberdade, graças ao nosso arcaico código penal.